Novas fotos
Agora que recuperei meus badulaques, as fotos de Amsterdam, Calais, Strasbourg, Khel e Paris estao no meu web album.
2007-04-12
2007-04-09
Mais um sino divido
Não existe algo do tipo "perder um amigo". Acho que as pessoas especiais, mesmo quando longe no tempo ou no espaço, enquanto forem amadas, nunca estarão perdidas.
Acontece que tais pessoas são raras. Ainda mais quando se é criança e socialmente inadequado. Tive sorte de encontrar um amigo para cultivar pensamentos que até hoje fazem parte do meu cotidiano. Sinto pelos desencontros da vida, onde ele tomou um caminho diferente e mais desaventurado que o meu.

Adeus, Magog, que os sinos soem melhor na próxima.
Não existe algo do tipo "perder um amigo". Acho que as pessoas especiais, mesmo quando longe no tempo ou no espaço, enquanto forem amadas, nunca estarão perdidas.
Acontece que tais pessoas são raras. Ainda mais quando se é criança e socialmente inadequado. Tive sorte de encontrar um amigo para cultivar pensamentos que até hoje fazem parte do meu cotidiano. Sinto pelos desencontros da vida, onde ele tomou um caminho diferente e mais desaventurado que o meu.

Adeus, Magog, que os sinos soem melhor na próxima.
2007-03-29
Ooops
O link correto das fotos da escocia eh esse aqui:
Fui passar um fim de semana em Amsterdam e, na volta, nao me deixaram entrar no UK. Isso significa que em breve colocarei as fotos da Holanda e da Franca.
Abracissimos,
Julio
O link correto das fotos da escocia eh esse aqui:
![]() |
| 2007 - 03 - Scotland |
Fui passar um fim de semana em Amsterdam e, na volta, nao me deixaram entrar no UK. Isso significa que em breve colocarei as fotos da Holanda e da Franca.
Abracissimos,
Julio
2007-03-22
Scotland Yard

Posso ter tido boas desventuras nesta encarnação, mas todas elas foram fortemente compesadas pelos grandes amigos que encontrei. Esses [aqui] não são exceção: Leandro, Jonas, Aline e Gefrroá (ou algo assim, en fraçais). A Aline foi quem topou rachar a viagem pra Escócia.
London se despediu de nós com tímidos [flocos de neve]. Talvez como alerta para a friaca que nos esperava nas terras altas. Glasgow nos recebeu amavelmente na estação central, com um [café da manhã] extremamente digno pela bagatela de 3 libras. A viagem pra Edinburgh eh bonita, mas a ansiedade pra chegar ja estava fazendo a minha cabeça.
Edinburgh é de cair o queixo. Não dá pra saber o que olhar primeiro. A surpresa boa é que é tudo muito perto. O [Hostel] era literalmente do outro lado da rua do [castelo], e com curtas caminhadas conheci a [cidade velha], o [carlton hill] e a galeria nacional da escocia, que humildemente guarda um Rembrandt e um Monet, entre outras obras primas. Outra obra prima é o [uísque] 16 anos single malt que eu matei e que quase matou a Aline. Acordar sem ressaca no dia seguinte então, não tem preço.
Glasgow parecia uma cidade fantasma na tarde de terça. O [centro de ciências] é uma viagem fascinante, mesmo para um adulto. Infelizmente, muitas atrações já estavam fechadas quando chegamos. Mais uma caminhada pelo centro, um pouco mais cheio, e um brunch super gordura no aeroporto, e ja estava a caminho de Londinium. Viagem curta, mas inesquecivel.
Posso ter tido boas desventuras nesta encarnação, mas todas elas foram fortemente compesadas pelos grandes amigos que encontrei. Esses [aqui] não são exceção: Leandro, Jonas, Aline e Gefrroá (ou algo assim, en fraçais). A Aline foi quem topou rachar a viagem pra Escócia.
London se despediu de nós com tímidos [flocos de neve]. Talvez como alerta para a friaca que nos esperava nas terras altas. Glasgow nos recebeu amavelmente na estação central, com um [café da manhã] extremamente digno pela bagatela de 3 libras. A viagem pra Edinburgh eh bonita, mas a ansiedade pra chegar ja estava fazendo a minha cabeça.
Edinburgh é de cair o queixo. Não dá pra saber o que olhar primeiro. A surpresa boa é que é tudo muito perto. O [Hostel] era literalmente do outro lado da rua do [castelo], e com curtas caminhadas conheci a [cidade velha], o [carlton hill] e a galeria nacional da escocia, que humildemente guarda um Rembrandt e um Monet, entre outras obras primas. Outra obra prima é o [uísque] 16 anos single malt que eu matei e que quase matou a Aline. Acordar sem ressaca no dia seguinte então, não tem preço.
Glasgow parecia uma cidade fantasma na tarde de terça. O [centro de ciências] é uma viagem fascinante, mesmo para um adulto. Infelizmente, muitas atrações já estavam fechadas quando chegamos. Mais uma caminhada pelo centro, um pouco mais cheio, e um brunch super gordura no aeroporto, e ja estava a caminho de Londinium. Viagem curta, mas inesquecivel.
2007-03-11
Bloody Sunday
Quando o motorista do D8 me acordou eu queria morrer. Ou então dormir mais cinco minutinhos. Mas tudo que eu ganhei foi estar bebado as 8 da manhã em algum lugar de Londinium. Agora acredito que Deus ajuda os bebados e as criancinhas, porque além de conseguir chegar em casa, fui recebido por um belíssimo amanhecer em Bethnal Green.

Depois de bater um rango super-style em Brick Lane, vou bater uma sinuca no trocadero com os broda. Nada mal pro domingão...
Quando o motorista do D8 me acordou eu queria morrer. Ou então dormir mais cinco minutinhos. Mas tudo que eu ganhei foi estar bebado as 8 da manhã em algum lugar de Londinium. Agora acredito que Deus ajuda os bebados e as criancinhas, porque além de conseguir chegar em casa, fui recebido por um belíssimo amanhecer em Bethnal Green.
Depois de bater um rango super-style em Brick Lane, vou bater uma sinuca no trocadero com os broda. Nada mal pro domingão...
2007-03-02
London Calling
Depois de um dia me amassando nas poltronas da Delta, cheguei na terra da rainha. A ansia pela chegada me faz até relevar o tratamento porco da imigração e a mala perdida. Com mais umas 300 tentativas de ligações internacionais, consegui encontrar o Diego e meus dois novos amigos brazucas: Jonas e Aline. Ao entrar no carro, o som familiar da minha calça rasgando foi ligeiramente desagradavel, ainda, ainda mais com minhas malas passeando pela Tailandia. Foda-se, o povo daqui eh estranho mesmo.
Fomos encontrar o Andrew na Callan e bater um Pizza Hut. Gringo bacana, empreendedor, pode dar negócio. Comprei uma calça e fomos pro pub la perto começar a despedida do Diego e tomar umas e outras. Em seguida, deixei meus trecos em casa, e fomos beber mais na casa de um outro brazuca, o Leandro. Bebi até apagar no chão do quarto, com um skate de travesseiro. [fotos]
Acordei morto, saí pra caçar um café. Horrivel, como todos por aqui, não é por acaso que eles bebem chá. Na saida, achei que tinha levado um tiro, mas foi pior: meu intestino resolver se rebelar contra os mal-tratos dos ultimos dias e eu já me preparava pra comprar outra calça quando vi minha "salvação" - um banheiro público, na entrada de um parque.
As coisas aqui são muito velhas e acabam tendo um ar charmoso, a não ser no banheiro. Caguei ateh os miolos antes de descobrir que o botão escrito"paper" era meramente ilustrativo. De ressaca e cagado, perambulei pelo centro até resgatar minha mala, que foi enviada pro albergue. Cheguei em casa, saí pra comprar toalha e comer algo, na volta conheci os hungaros que moram comigo. Povogente boa. Mais uma volta pela cidade, tomei uma ceva "bonus" no pub e voltei pra casa matando uma latona de Guinnes e pensando na vida. Nào posso me queixar....
Depois de um dia me amassando nas poltronas da Delta, cheguei na terra da rainha. A ansia pela chegada me faz até relevar o tratamento porco da imigração e a mala perdida. Com mais umas 300 tentativas de ligações internacionais, consegui encontrar o Diego e meus dois novos amigos brazucas: Jonas e Aline. Ao entrar no carro, o som familiar da minha calça rasgando foi ligeiramente desagradavel, ainda, ainda mais com minhas malas passeando pela Tailandia. Foda-se, o povo daqui eh estranho mesmo.
Fomos encontrar o Andrew na Callan e bater um Pizza Hut. Gringo bacana, empreendedor, pode dar negócio. Comprei uma calça e fomos pro pub la perto começar a despedida do Diego e tomar umas e outras. Em seguida, deixei meus trecos em casa, e fomos beber mais na casa de um outro brazuca, o Leandro. Bebi até apagar no chão do quarto, com um skate de travesseiro. [fotos]
Acordei morto, saí pra caçar um café. Horrivel, como todos por aqui, não é por acaso que eles bebem chá. Na saida, achei que tinha levado um tiro, mas foi pior: meu intestino resolver se rebelar contra os mal-tratos dos ultimos dias e eu já me preparava pra comprar outra calça quando vi minha "salvação" - um banheiro público, na entrada de um parque.
As coisas aqui são muito velhas e acabam tendo um ar charmoso, a não ser no banheiro. Caguei ateh os miolos antes de descobrir que o botão escrito"paper" era meramente ilustrativo. De ressaca e cagado, perambulei pelo centro até resgatar minha mala, que foi enviada pro albergue. Cheguei em casa, saí pra comprar toalha e comer algo, na volta conheci os hungaros que moram comigo. Povogente boa. Mais uma volta pela cidade, tomei uma ceva "bonus" no pub e voltei pra casa matando uma latona de Guinnes e pensando na vida. Nào posso me queixar....
2007-01-14
2007-01-09
2007-01-04
Ê lá em casa.
Como eu gosto de festa de reveillon :)

Como eu gosto de festa de reveillon :)
"Quem teve a idéia de cortar o tempo em fatias,
a que se deu o nome de ano,
foi um indivíduo genial.
Industrializou a esperança, fazendo-a funcionar no
limite da exaustão.
Doze meses dão para qualquer ser humano se cansar e
entregar os pontos.
Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra
vez, com outro número e outra vontade de acreditar que daqui pra
diante vai ser diferente"
Cortar o tempo, Drummond
2006-12-27
2006-12-18
Meu Dia de Porco
"Terminar um relacionamento é como matar um porco. O olhar da vítima chega a
nos intimidar, de piedade. Mas a mão já está tão habituada que ainda assim
desfere o golpe e cinge a carne. Enquanto estamos sujos de sangue, ainda não
dá pra ter muita certeza, e a cabeça fica cheia de culpa. Mas depois do
prato servido, a consciência amolece, fica tenra como o pernil, e a boca se
enche d’água."por F. Camacho (http://ubbibr.fotolog.com/fabiocamacho)
2006-12-10
Perspectiva
Passar pelas pedras pequenas é fácil. São as grandes que nos testam.
Dizem que dá pra saber o que tem num livro nas primeiras vinte páginas. Queria que com as pessoas fosse assim. Infelizmente, muito do que se vê em um ano não está no segundo beijo.
Seria melhor se estivesse, pois estas coisas já incomodam o suficiente sem serem ditas. Já te machuca ou causa problemas demais para compartilhar com outro, isso se for consciente. Mas um tigre não troca de listras, e, quando elas aparecem, as decisões começam a ficar um pouco mais difícies.
Mas como em todo caso de coincidência dos opostos, sempre existe um outro lado. E é por causa desses grandes sentimentos que vale a pena a vida. Espero que ela tenha paciência suficiente para vê-los.
Passar pelas pedras pequenas é fácil. São as grandes que nos testam.
Dizem que dá pra saber o que tem num livro nas primeiras vinte páginas. Queria que com as pessoas fosse assim. Infelizmente, muito do que se vê em um ano não está no segundo beijo.
Seria melhor se estivesse, pois estas coisas já incomodam o suficiente sem serem ditas. Já te machuca ou causa problemas demais para compartilhar com outro, isso se for consciente. Mas um tigre não troca de listras, e, quando elas aparecem, as decisões começam a ficar um pouco mais difícies.
Mas como em todo caso de coincidência dos opostos, sempre existe um outro lado. E é por causa desses grandes sentimentos que vale a pena a vida. Espero que ela tenha paciência suficiente para vê-los.
2006-12-06
2006-11-15
GO
ao som de Suite: Judy Blue Eyes
Esta chegando o ponto
Onde não sou mais engraçado.
Eu sou seu, você é minha
E isso é pra sempre.
Eu tenho uma resposta,
Vou voar daqui.
O que eu tenho a perder?
Obrigado, Judy Collins.
ao som de Suite: Judy Blue Eyes
Esta chegando o ponto
Onde não sou mais engraçado.
Eu sou seu, você é minha
E isso é pra sempre.
Eu tenho uma resposta,
Vou voar daqui.
O que eu tenho a perder?
Obrigado, Judy Collins.
2006-10-30
Cachorro. Cavalo.
"O Brasil é ruim. Irá piorar.
Eu sempre acreditei nisso. Acredito cada vez mais. O Brasil já era ruim antes de Lula. Com ele ficou ainda pior. Ninguém conseguiu evidenciar nossa ruindade com tanta clareza quanto ele. E ninguém deu tanta garantia de que tudo iria piorar.
O homem certo para este momento é Henry David Thoreau. Leia Thoreau. Releia Thoreau. Declame Thoreau em voz alta. É o melhor remédio para todos aqueles que foram atropelados pelo lulismo triunfante.
Thoreau era um abolicionista americano. Ele rejeitava a escravidão embora a maioria dos eleitores de seu tempo a apoiasse. Em seu principal ensaio, Sobre o Dever da Desobediência Civil, ele argumentou que há algo superior à vontade da maioria: é a moral de cada um. "Minha única obrigação é fazer em todos os momentos o que considero certo."
Mas recomendo Thoreau por outro motivo. Um motivo menor. Um motivo mais mesquinho. Recomendo-o apenas porque ele permite insultar pesadamente o eleitor mantendo uma certa pompa, um certo brilho. Thoreau disse: o eleitor é um cavalo. Ele disse também: o eleitor é um cachorro. Eu repito, citando Thoreau: o eleitor é um cavalo, o eleitor é um cachorro, o eleitor é um cavalo, o eleitor é um cachorro, o eleitor é um cavalo, o eleitor é um cachorro. Insulte o eleitor. Sem perder a pompa, sem perder o brilho.
...
Thoreau: Cavalo. Cachorro.
Thoreau defendeu o direito de repudiar a autoridade do governo. Eu sou o Thoreau dos pobres. O Thoreau bananeiro. Repudio a autoridade de Lula. Lula pode ser o seu presidente. Meu ele não é. Meu senso de moralidade é superior ao dele. Lula é o chefe de uma junta de golpistas. Referendá-lo significa referendar o golpismo. Cassei sua candidatura um ano e meio atrás. Unilateralmente. Ele que fique com seus doleiros, com seus laranjas, com seus lobistas, com seus assessores, com seus jornalistas, com seus mensaleiros, com seus filhos, com seus gorilas, com seus bicheiros.
A forma que Thoreau encontrou para repudiar a autoridade do governo foi simples e direta: recusou-se a pagar impostos por seis anos. Chegou a ser preso por causa disso. Só foi solto porque uma tia saldou seus débitos. A revolta fiscal é o melhor meio de protesto que há. Muito melhor do que passeata. Muito melhor do que comício. Quem gosta de muita gente aglomerada é lulista. Prefiro me reunir com meu contador em seu escritório mofado, arrumando maneiras mais eficientes para burlar o Fisco. Falta somente uma tia rica para me tirar da cadeia.
O lulismo precisa de dinheiro para funcionar. Dinheiro limpo e dinheiro sujo. Meu terceiro turno será combater a CPMF. Eu sei que é um combate pouco heróico. Mas alguém realmente esperaria gestos heróicos de mim? Abolindo a CPMF, sobrará menos dinheiro para financiar o golpismo lulista. E para comprar os eleitores.
Thoreau: Cavalo. Cachorro."
Da amiga de um amigo meu, Marina Remy.
"O Brasil é ruim. Irá piorar.
Eu sempre acreditei nisso. Acredito cada vez mais. O Brasil já era ruim antes de Lula. Com ele ficou ainda pior. Ninguém conseguiu evidenciar nossa ruindade com tanta clareza quanto ele. E ninguém deu tanta garantia de que tudo iria piorar.
O homem certo para este momento é Henry David Thoreau. Leia Thoreau. Releia Thoreau. Declame Thoreau em voz alta. É o melhor remédio para todos aqueles que foram atropelados pelo lulismo triunfante.
Thoreau era um abolicionista americano. Ele rejeitava a escravidão embora a maioria dos eleitores de seu tempo a apoiasse. Em seu principal ensaio, Sobre o Dever da Desobediência Civil, ele argumentou que há algo superior à vontade da maioria: é a moral de cada um. "Minha única obrigação é fazer em todos os momentos o que considero certo."
Mas recomendo Thoreau por outro motivo. Um motivo menor. Um motivo mais mesquinho. Recomendo-o apenas porque ele permite insultar pesadamente o eleitor mantendo uma certa pompa, um certo brilho. Thoreau disse: o eleitor é um cavalo. Ele disse também: o eleitor é um cachorro. Eu repito, citando Thoreau: o eleitor é um cavalo, o eleitor é um cachorro, o eleitor é um cavalo, o eleitor é um cachorro, o eleitor é um cavalo, o eleitor é um cachorro. Insulte o eleitor. Sem perder a pompa, sem perder o brilho.
...
Thoreau: Cavalo. Cachorro.
Thoreau defendeu o direito de repudiar a autoridade do governo. Eu sou o Thoreau dos pobres. O Thoreau bananeiro. Repudio a autoridade de Lula. Lula pode ser o seu presidente. Meu ele não é. Meu senso de moralidade é superior ao dele. Lula é o chefe de uma junta de golpistas. Referendá-lo significa referendar o golpismo. Cassei sua candidatura um ano e meio atrás. Unilateralmente. Ele que fique com seus doleiros, com seus laranjas, com seus lobistas, com seus assessores, com seus jornalistas, com seus mensaleiros, com seus filhos, com seus gorilas, com seus bicheiros.
A forma que Thoreau encontrou para repudiar a autoridade do governo foi simples e direta: recusou-se a pagar impostos por seis anos. Chegou a ser preso por causa disso. Só foi solto porque uma tia saldou seus débitos. A revolta fiscal é o melhor meio de protesto que há. Muito melhor do que passeata. Muito melhor do que comício. Quem gosta de muita gente aglomerada é lulista. Prefiro me reunir com meu contador em seu escritório mofado, arrumando maneiras mais eficientes para burlar o Fisco. Falta somente uma tia rica para me tirar da cadeia.
O lulismo precisa de dinheiro para funcionar. Dinheiro limpo e dinheiro sujo. Meu terceiro turno será combater a CPMF. Eu sei que é um combate pouco heróico. Mas alguém realmente esperaria gestos heróicos de mim? Abolindo a CPMF, sobrará menos dinheiro para financiar o golpismo lulista. E para comprar os eleitores.
Thoreau: Cavalo. Cachorro."
Da amiga de um amigo meu, Marina Remy.
2006-10-13
2006-10-02
Sinto Muito
Como me esforço para não precisar repetir estas palavras.
Mesmo que elas sejam sinceras, ou que rasguem um soluço ao sair, são sempre perdidas ao vento. Seja pela ira do momento ou pelo homeopático diluir dos anos, nunca se comunica o intuito original da sentença, verdadeiro ou não.
Só me resta então a amarga azia das palavras engolidas, do orgulho abandonado e da tristeza de sentir. Muito.
Como me esforço para não precisar repetir estas palavras.
Mesmo que elas sejam sinceras, ou que rasguem um soluço ao sair, são sempre perdidas ao vento. Seja pela ira do momento ou pelo homeopático diluir dos anos, nunca se comunica o intuito original da sentença, verdadeiro ou não.
Só me resta então a amarga azia das palavras engolidas, do orgulho abandonado e da tristeza de sentir. Muito.
Subscrever:
Comentários (Atom)







